9 de maio de 2009

Circuito Catrumano de Música Independente

O Circuito Catrumano de Música Independente vem para dar sustentabilidade ao Festival Catrumano de Música Independente. O circuito consiste em um espaço para as bandas de Montes Claros e região apresentarem suas músicas, ao mesmo tempo que servirá de base para a formação de público, formação de mercado em torno das bandas e da cena independente de Montes Claros, o projeto acontecerá 2 (duas) vezes por mês, e contará sempre com uma banda de Montes Claros e uma banda de outra cidade. O Circuito Catrumano de Música Independente tem o apoio do BH Indie Music (BH), do Coletivo Fórceps (Sabará-MG), Coletivo Retomada (Moc), do Studio Rock (Moc) e da SOUL Comunicação (Moc).

Para a quarta noite do Circuito teremos as bandas Soprones (Moc) The Hell's Kitchen Project e a banda Johnny Rock - primeira participante do Porjeto Bandas Novas. Flyer em anexo.

Projeto Bandas Novas
O projeto surge da necessidade que o Insituto Geraes vê em fomentar o surgimento de novos grupos musicais para a cena independente da nossa região. Assim, após longas discussões, chegamos a conclusão de que abrir espaço para bandas iniciantes na cena, seria a melhor forma de apresenta-las para o público e dar-lhes a oportunidade, dentro do Circuito Catrumano de Música Independente, de mostrar seu trabalho. Para a primeira apresentação do projeto temos a banda Johnny Rock - http://johnnyrocky.blogspot.com/.

Soprones (Moc) - http://www.myspace.com/soprones

"A banda soprones foi formada em 2008 com o objetivo de mostrar a inquietação política/social de seus membros através da música. Composta por Clayton Souza nos vocais, Andrey Meoli na guitarra, Ricardo Carburas no baixo e Danilo Baliza na batera, o quarteto enfia o dedo nas feridas da sociedade sem medo. Apresentando suas canções com letras fortes, diretas sonoridade agressiva característica do estilo punkrock/hardcore. É som para destruir ouvidos alheios.
E já é a maior representante da cena local fora dela, a banda jpa tocou em Inhumas (GO) Salvador (BA) Sabará (MG) e se apresenta no dia 28/05 em Belo Horizonte."

The Hell's Kitchen Project (BH) - http://www.myspace.com/thkproject

"A The Hell's Kitchen Project foi formada no final do ano de 2006, com intenção de procurar uma nova textura de som, além de quebrar paradigmas.
O som feito mescla diferentes estilos, com base no rock e electro, feito somente com três instrumentos: baixo, bateria e voz. Com letras em inglês, abordando o universo íntimo, particular e libertino do ser humano, a cozinha da banda complementa o clima proposto em cada música junto a voz. Uma experiência na qual o resultado sincronizado, se transforma, chegando a uma atmosfera de estilo próprio, mesclando explosão e particularidade. Sinta-se a vontade para experimentar nosso conteúdo.
A banda foi escolhida para tocar no Conexão Vivo - Edição Goverador Valadares (MG) e no Conexão da capital, junto de grandes nomes, como Otto, Vanguard, POrcas Borboletas, Transmissor..."

8 de maio de 2009

Inscrições até dia 15 para editais do Música Minas

Elaborado com o objetivo de criar mecanismos e ações sustentáveis para que a música produzida em Minas Gerais ganhe mais repercussão nacional e internacional, o Programa Música Minas lança dois editais, um para passagens e outra para circulação dos artistas mineiros.

Os editais são voltados para a participação de compositores, intérpretes e instrumentistas residentes em Minas Gerais. Não há restrições quanto a gênero musical, mas o artista deve ser atuante na cena.

Dos inscritos no edital de circulação, serão selecionados 25 artistas, que apresentarão nas principais capitais do país e participarão de oficinas pelo interior do estado no período de julho a dezembro de 2009.

Já o edital de passagens é para os artistas mineiros que vão se apresentar fora do país e se refere às viagens previstas no período de junho a dezembro de 2009. O apoio consiste na concessão de passagens aéreas para participação em eventos prioritariamente culturais.

Os recursos financeiros utilizados nos projetos são originários do convênio estabelecido entre o Fórum da Música de Minas Gerais e a Secretaria de Estado de Cultura.

As inscrições podem ser feitas até dia 15 de maio. Os editais e inscrições estão disponíveis no site do Música de Minas.

6 de maio de 2009

Mostra de cinema Outras Europas

Começou ontem a mostra de cinema Outras Europas, que acontece no Centro Cultural da UFMG, de 05 a 20/05. As sessões são gratuitas e acontecem às 19h, e logo depois comentadas por professores da UFMG.

Com espírito de transgressão, os filmes reunidos vão mostrar uma Europa muito além das fronteiras atuais, sejam ela políticas, culturais ou geográficas. Desta maneira, proporcionando um olhar diferente sobre o "velho continente" de hoje e convidando a uma reflexão sobre a Europa de amanhã.


Dentro da mostra acontece no dia 09 (sábado) a FESTA OROPA, com músicas da Europa e do mundo. Antes da festa, às 19 horas, será exibido o longa "Um dia na Europa" e logo depois, durante a festa, a coletânea de curtas "25 visões da Europa". Ingressos a R$10,00, no local.

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Mostra OUTRAS EUROPAS
De 5 a 20/05, às 19h
Entrada Franca
No Centro Cultural da UFMG
(Av. Santos Dumont, 174, Centro - BH - MG)



5 de maio (3a)
Europa é a nossa história (Europe, c'est Notre Histoire, França 1996, dir. F. Feron, J. M. Meurice, 58min) - Conferência: Prof. Leonardo Nemer (CEDIN), Prof. Leonardo Avritzer (FAFICH/UFMG), Prof. Georg Wink (DAAD-FALE/UFMG) - Coquetel (cortesia do Cônsul Honorário da Alemanha em Belo Horizonte e da Associação Cultural Ítalo-Brasileira de Minas Gerais - ACIBRA)

6 de maio (4a)
Terra Estrangeira (Brasil 1996, dir. Walter Salles, Daniela Thomas, 110min).
Comentário: Prof. João Pinto Furtado (FAFICH/UFMG)

7 de maio (5a)
O novo mundo
(Nuovo mondo, Itália 2006, dir. Emanuele Crialese, 120min).
Comentário: Prof. Tommaso Raso (FALE/UFMG)

8 de maio (6a)

Documentário Na-Masserìzie (Itália/Brasil, dir. Simone Cupello, 1993, 13min) e vídeo-instalação Del Cinemá na entrada do Centro Cultural, na presença da diretora e artista Simone Cupello Anansi, o sonho da Europa (Anansi, der Traum von Europa, Alemanha 2002, dir. Fritz Baumann, 80min). Comentário: Prof. César Guimarães (FAFICH/UFMG)

9 de maio (sáb) (repetição: 24 de maio)
Um dia na Europa (One day in Europe, Alemanha/Espanha 2005, dir. Hannes Stöhr, 95min)
Comentário: Prof. Georg Wink (DAAD-FALE/UFMG)

20h: "Festa Oropa: Música da Europa e do Mundo“ (djs Hassan & Al-Man) com vídeo-instalação "25 visões da Europa"

10 de maio (dom) 18h
Um olhar a cada dia (Le regard d'Ulysse, França/Grécia/Itália 1995, dir. Theo Angelopoulos, 170min) Comentário: Prof. Antônio O. Lopes (FALE/UFMG)

11 de maio (2a)
Desde que Otar partiu (Depuis qu’Otar est parti, Bélgica/França 2003, dir. Julie Bertucelli, 103min). Comentário: Prof. Wellington Costa (Presidente da Associação dos Professores de Francês de Minas Gerais FALE/UFMG)

12 de maio (3a) (repetição: 31 de maio)
Guerra dos Outros (Beautiful People, Reino Unido 1999, dir. Jasmin Dizdar, 107min)
Comentário: Prof. Élcio Cornelsen (FALE/UFMG)

13 de maio (4a)
Do outro lado (Auf der anderen Seite, Alemanha/Turquia 2007, dir. Fatih Akın, 122min)
Comentário: Prof. Georg Wink (DAAD-FALE/UFMG)

18 de maio (2a)
O Centro (Die Mitte, Alemanha/Polônia 2004, dir. Stanislaw Mucha, 85min)
Comentário: Prof. Georg Wink (DAAD-FALE/UFMG)

19 de maio (3a) (repetição: 30 de maio)
Expresso do Sul
(Sud Express, Espanha/Portugal 2005, Chema de la Peña, Gabriel Velázquez, 102 min). Comentário: Profa. Elisa Amorim (FALE/UFMG)

20 de maio (4a) (repetição: 23 de maio)
Exílios (Exils, França/Japão 2004, dir. Tony Gatlif, 104min)
Comentário: Prof. Wellington Costa (Presidente da Associação dos Professores de Francês de Minas Gerais FALE/UFMG)

Artigo do Ministro Juca Ferreira sobre a Consulta Pública da Rouanet

A hora da mudança

Vamos diversificar as formas de financiamento para democratizar o acesso e
incentivar a economia da cultura


O Brasil vive um momento único em sua história. Pela primeira vez, o governo federal debate, com todos os setores artísticos, empresariais, partidários e governamentais, qual deve ser o modelo de fomento à cultura do país. A proposta de um novo modelo veio à luz e está em consulta pública para opiniões de todos os interessados no endereço www.cultura.gov.br/reformadaleirouanet, até o dia 6 de maio. Após esse período, as propostas serão sistematizadas e o projeto de lei, alterado. O texto ainda irá ao Congresso Nacional, casa onde estão representados todos os interesses nacionais, onde passará por uma discussão profunda.

O novo modelo é fruto de seis anos de gestão da atual Lei de Incentivo à Cultura e do debate feito desde 2003 com a classe artística, iniciado no seminário Cultura Para Todos. Neste momento de crise econômica, em que as empresas naturalmente tendem a reduzir custos, é a hora ideal para realizar mudanças que ampliem a capacidade de investimento, tanto público como privado, como explicarei a seguir.

O principal objetivo da mudança é diversificar as formas de acesso aos recursos públicos por parte de produtores e artistas. Ou seja, a renúncia fiscal, principal mecanismo atual, não acaba. Mas irá conviver com formas contemporâneas de fomento, já testadas em outras áreas, como ciência e tecnologia.

O Fundo Nacional da Cultura (FNC) é o que ganha as maiores mudanças. Além das doações que faz atualmente, passará a poder oferecer crédito a artistas e investimento em projetos culturais, com associação a seus resultados econômicos. Essa maior atratividade, com certeza, fará com que o FNC passe a ser a principal forma de fomento às artes nos próximos anos.

Além das novas formas de financiamento, o FNC passará a ser composto de mais quatro fundos setoriais. Além do Fundo Setorial do Audiovisual, criado ano passado, farão parte do FNC, o Fundo Setorial do Livro e Leitura, o Fundo Setorial das Artes - para teatro, dança, artes plásticas -, o Fundo Setorial da Diversidade, Cidadania e Acesso, o Fundo Setorial da Memória e Patrimônio, e também um Fundo Global de Equalização, para ações que não estejam em nenhum dos fundos.

Mas, o mais importante é que a gestão de cada um desses fundos setoriais, e do FNC como um todo, estará subordinada a conselhos paritários, formados por artistas, produtores, empresários e governo. Ou seja, em vez do “dirigismo”, propalado por alguns, o que fizemos foi aumentar o poder de participação das áreas artísticas na definição dos recursos públicos.

A renúncia continuará existindo, mas não mais como único mecanismo de fomento, com as consequências já conhecidas de exagerada concentração nas regiões de maior renda e nas mãos de poucos produtores. Além disso, não podemos chamar de “incentivo fiscal” uma medida que dá 100% de renúncia a uma empresa. Por isso, o Ministério da Cultura vai aumentar as faixas de renúncia - para 60%, 70%, 80% e 90% - o que exigirá uma maior contrapartida privada. Isso permitirá um aumento do investimento privado no setor.

Por fim, o Vale Cultura vai permitir enfrentar a exclusão de milhões de brasileiros dos produtos e eventos frutos de nossa diversidade cultural. Ao fornecer um ticket, equivalente ao Vale Refeição, no valor de R$ 50, a um universo de 12 milhões de trabalhadores, o vamos multiplicar o acesso e também injetar, de forma direta, cerca de R$ 600 milhões por mês no mercado cultural.

O Ministério da Cultura tem certeza da consistência das propostas que colocou em discussão. E isso é confirmado pela reação positiva de parlamentares, cidadãos e da maioria do setor artístico e de produção cultural. A crise econômica, ao invés de ser um empecilho à mudança, a torna necessária. As ações que vêm sendo tomadas por governos do mundo inteiro, tendo o Brasil à frente, comprovam que é preciso aumentar o investimento público em todas as áreas. Isso vale também para a cultura, área de ponta na economia mundial, em que o Brasil tem um potencial ainda pouco aproveitado.

Contamos com todos - artistas, produtores, empresários e cidadãos em geral - para contribuir conosco nesse momento de reflexão. E para se juntarem conosco, muito em breve, na implementação dessas medidas e na gestão compartilhada do fomento à cultura brasileira.

BB abre inscrições para projetos culturais


De 4 de maio a 4 de junho estarão abertas as inscrições de projetos para a programação 2010 dos Centros Culturais de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e para o CCBB Itinerante – que leva, durante todo o ano, programações culturais a outras regiões do país onde não há sede do CCBB.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, pelo site www.bb.com.br/cultura, onde também estão disponíveis informações sobre o eixo curatorial, os pré-requisitos e os critérios de seleção. Podem se inscrever pessoas físicas ou jurídicas, de qualquer nacionalidade e região do País.

Os projetos selecionados poderão fazer parte da programação dos três centros culturais e do CCBB Itinerante, em 2010, nas áreas de música (popular, erudita e instrumental), exposições (pintura, escultura, fotografia, gravura, instalação, multimídia e outros), artes cênicas (teatro, dança, performance, circo, ópera), cinema e vídeo (mostras e festivais), programa educativo (oficinas, cursos e visitas orientadas) e ideias (palestras, seminários e conferências).


A programação anual enfatiza constantemente a diversidade, multiplicidade de linguagens e qualidade, valores priorizados pelo CCBB desde o início de suas atividades, há 20 anos. Neste ano de 2009, além da realização dos projetos nas cidades onde o CCBB está presente, a programação selecionada para o CCBB Itinerante percorre 18 cidades brasileiras.

Mais informações :

Assessoria de imprensa BB
Cinara Lobo – (61) 3310-3664 / imprensa@bb.com.br

CCBB Brasília
SCES, Trecho 2, Conjunto 22
Brasília – DF

Informações: (61) 3310-7087
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Adalberto Rabelo – (61) 3310-7417 / mailto:luandapriscila@bb.com.br

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Sueli Voltarelli – (21) 3808-2323 / svoltarelli@bb.com.br

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Festivais independentes na BRAVO!

A edição do mês de maio da revista de circulação nacional BRAVO!, voltada para a cultura, enfatizou os festivais realizados pelo Brasil a fora nos tempos atuais.

A matéria “A nova era dos festivais” focalizou as diferenças e as semelhanças entre os antigos e os novos festivais e citou artistas que se destacaram através da circulação nacional por meio de festivais, como Móveis Coloniais de Acaju (DF) e Macaco Bong (MT). A matéria também mencionou a importância e a atuação da ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes) e os principais festivais inclusos na associação.

No site da revista pode-se conferir mais informações. Datas e dicas para se inserir e ficar por dentro da cena, além de também poder ouvir um podcast sobre as revelações dos festivais.